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corpo outono

a decadência do corpo

por luís à(s) quinta-feira, março 26, 2009 0 comentários

mola.

por luís à(s) terça-feira, março 24, 2009 1 comentários

o porto.

por luís à(s) domingo, março 22, 2009 0 comentários

toujours

por Flavinha à(s) sábado, março 21, 2009 0 comentários

eléctrico.

por luís à(s) sexta-feira, março 20, 2009 0 comentários

ponto.

por Flavinha à(s) quinta-feira, março 19, 2009 0 comentários

entre o céu a a rua.

por luís à(s) quarta-feira, março 18, 2009 0 comentários

frio.

por Flavinha à(s) terça-feira, março 17, 2009 0 comentários

entre estendais,

por luís à(s) segunda-feira, março 16, 2009 0 comentários

a vida vai seguindo.

por Flavinha à(s) domingo, março 15, 2009 0 comentários

uma cor pela quase primavera.

por luís à(s) sábado, março 14, 2009 0 comentários

discreto.

por Flavinha à(s) sexta-feira, março 13, 2009 0 comentários

(in)concreto.

por luís à(s) quinta-feira, março 12, 2009 0 comentários

pequenina.

por Flavinha à(s) quarta-feira, março 11, 2009 0 comentários

(in)finita.

por luís à(s) terça-feira, março 10, 2009 0 comentários

calma.

por Flavinha à(s) segunda-feira, março 09, 2009 0 comentários

floresta.

por luís à(s) domingo, março 08, 2009 0 comentários

onde mora a minha saudade.

por Flavinha à(s) sábado, março 07, 2009 0 comentários

teu som.

por luís à(s) sexta-feira, março 06, 2009 0 comentários

praia de todos os dias.

por Flavinha à(s) quinta-feira, março 05, 2009 0 comentários

praia de inverno.

por luís à(s) quarta-feira, março 04, 2009 0 comentários

o que restou.

por Flavinha à(s) terça-feira, março 03, 2009 1 comentários

e as suas construções.

por luís à(s) segunda-feira, março 02, 2009 0 comentários

novos mundos.

por Flavinha à(s) domingo, março 01, 2009 0 comentários
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corpo

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as fotografias nascem

do outono de luís e flavinha




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o meu teu corpo outono.

o quotidiano e a rotina podem ser desgastantes, podem também, no entanto, ser maravilhosos se vistos com ternos olhos. é esse olhar que se procura encontrar aqui: um ver leve sobre a naturalidade dos dias e das coisas que o rodeiam. são visões que atravessam e unem o atlântico, estas.